Sespa divulga alerta de hantavirose no oeste do Pará
Moradores da zona rural devem redobrar os cuidados em casa e nas plantações, a fim de evitar a proliferação de ratos silvestres
Em Altamira, foram registrados 84 casos de hantavirose
Pará - A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) divulgou nesta segunda-feira (14) um alerta aos profissionais de saúde da região Oeste do Pará, sobre os sinais e sintomas de hantavirose, uma doença grave e letal, transmitida por ratos silvestres. Os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças, por isso é preciso um diagnóstico específico e imediato.
De acordo com o GT-Zoonoses da Sespa, nos últimos três anos foram registrados 17 óbitos por hantavirose no Pará, sendo 14 em Novo Progresso, um em Oriximiná e dois em Itaituba, todos na zona rural. A situação continua preocupante nesses municípios, e está se agravando em Santarém, Mojuí dos Campos, Belterra e Trairão, devido ao aumento na produção de grãos e pastagens, que atraem roedores silvestres. Nos municípios de Trairão e Rurópolis um inquérito sorológico também apontou a circulação do vírus em humanos.
De acordo com o GT-Zoonoses da Sespa, nos últimos três anos foram registrados 17 óbitos por hantavirose no Pará, sendo 14 em Novo Progresso, um em Oriximiná e dois em Itaituba, todos na zona rural. A situação continua preocupante nesses municípios, e está se agravando em Santarém, Mojuí dos Campos, Belterra e Trairão, devido ao aumento na produção de grãos e pastagens, que atraem roedores silvestres. Nos municípios de Trairão e Rurópolis um inquérito sorológico também apontou a circulação do vírus em humanos.

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